Marketing e Negócio

Lições aprendidas com a Black Friday e a Cyber Monday

O fenómeno da Black Friday nasceu em Portugal, graças ao impulso do e-commerce e, ainda hoje, é também extensível à esmagadora maioria das lojas físicas. O que é certo é que o online regista a maioria das vendas realizadas neste dia. Concretamente, e segundo a um conjunto de entrevistas realizado, a American Express afirma que metade dos entrevistados se dirigiu a retalhistas puramente online, sendo que 58% optou pelas lojas online, mesmo nos casos em que as empresas selecionadas para a compra dispunham de lojas físicas.

Segundo um estudo de consumo natalício efetuado pela Deloitte, a Black Friday consolida-se como uma das datas favoritas dos consumidores. Cada vez mais os portugueses acorrem a esta tendência que os leva a efetuar compras neste período promocional que tem lugar no último fim-de-semana de novembro. O impacto da Black Friday não se sente apenas no calendário de compras, sendo que a cada ano que passa se pressupõe um aumento da quantidade de compras natalícias efetuadas nesta data.

Esta tradição importada dos Estados Unidos converteu-se num dos grandes eventos comerciais do ano devido aos seus records de vendas.

Para aqueles que se atrasaram nas compras do Black Friday, os descontos continuam na Cyber Monday, que se dá na segunda-feira seguinte à Black Friday. Ao longo desta jornada, os utilizadores puderam encontrar os produtos desejados a um preço mais em conta, dando protagonismo aos descontos online. Foi desta forma que grandes cadeias atuaram no ano passado, como o El Corte Inglés, a Media Markt ou a Fnac, entre outras, repetindo a fórmula a maioria das mesmas de ano para ano.

Uma vez terminados os descontos, são planificadas as estratégias para o ano seguinte, para o qual deverá ter em conta esta série de factos acerca da “black week”.

O que é dado como adquirido é que as previsões feitas para o próximo Black Friday são muito positivas e que, o principal protagonista, será uma vez mais o e-commerce.

Estes dias tornaram-se no pontapé de saída para o comércio natalício e, se tem uma loja online, não se esqueça de estar onde estão os seus consumidores em 2018.

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